
| Segunda-Feira, 26 de Novembro de 2007 |
Violência contra detentas Informação dada pelo Jornal Hoje da TV Globo. Um relatório entregue à Organização dos Estados Americanos denuncia que muitas presas sofrem violência sexual no Brasil. No Pará, começam a depor nesta segunda-feira os delegados que prenderam uma adolescente durante 20 dias numa cela cheia de homens. Foram marcados para sgeunsfa-feira na corregedoria da Polícia Civil em Belém o depoimento de dois dos quatro policiais apontados numa sindicância como responsáveis pela prisão da adolescente. “Nossa legislação prevê a pena de repreensão, suspensão e demissão”, afirma a corregedora Liane Paulino. A corregedoria também instaurou um inquérito policial. Nesta segunda, a delegada que preside o inquérito foi a Abaetetuba tomar os depoimentos dos presos que estavam na cela com a adolescente. Já a corregedoria de Justiça, vai apurar a conduta da juíza Clarice Maria de Andrade. Segundo a polícia, ela foi informada que havia uma mulher na cela com vários homens; mesmo assim, decidiu mantê-la presa. Um relatório feito por entidades de defesa das mulheres entregue à Organização dos Estados Americanos aponta que no Brasil as presas são submetidas a recorrente violência sexual, praticada tanto por funcionários quanto por presos. O documento destaca que ainda é uma realidade no Brasil a existência de cadeias e presídios mistos; diz que não há dado oficial disponível sobre quantos são esses presídios e cadeias. O documento diz que na cadeia publica de Mossoró, no Rio Grande do Norte homossexuais são colocados nas celas com mulheres, e que na cadeia pública de Paulo Afonso, na Bahia, as presas dividem as celas com os adolescentes. Duas delas ficaram grávidas. A cadeia de Mesquita, no Rio de Janeiro, não contava com nenhuma mulher trabalhando como carcereira. O documento diz ainda que a cadeia de Amambaí, no Mato Grosso, é mista, e que há informações de que um dos funcionários entrou na cela para manter relações com uma das detentas.
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