O terminal rodoviário de Pualo Afonso-Ba foi eeenalgurado em 28 de Dezembro de 1988 pelo então governador da Bahi Valdir Pires.
Já agora 20 anos depois de sua enalguração.
Este terminal se encontra ao Deus dará.
Sem nenhum apoio do governo do estado da Bahia, e nem muito menos de prefeitura da cidade.
Enquanto isso as polícias da Bahia se recusam a patrulhar tal terminal alegando que o mesmo esta sobre a responsabilidade de um empresário de nome Aguiar´e que o tal empresario deveria contratar vigilantes.
Já a prefeitura minicipal da cidade alega não poder dar segurança ao local com a guarda municipal porque este local é de responsabilidade do governo da Bahia.
Sendo assim os nossos ônibus que entram e saem deste terminal passam repletos de muita droga em seus bagageiros, os ladrões assaltam turistas e funcionários dia e noite e prá variar lá tem um posto da Polícia Militar da Bahia que vivem sempre fechado sem funcionar, e lá só funciona o conselho tutelar para controlar o embarque e desembarque de menores de idade nos ônibus.
Já enquanto isso os menores de rua entram e saem do terminal usando drogas, pedindo esmolas, furtando, assaltando e ameaçando os turistas que passam no tal terminal.
E na hora que uma vítima de assalto reage aos assaltos e se defendem dos menores delinquanetes usando da força física contra os tais menores.
Aí sim vem o conselho tutelar, as Polícias Civil, Militar, enclusive até mesm a Delegacia da mulher que fica a 2 quadras do tal terminal somente para uma coisa.
DAR VOZ DE PRISÃO AOS TURISTAS QUE OUSAR SE DEFENDER DOS MENORES DELINQUENTES USANDO DA FORÇA BRUTA PARA NÃO SEREM ASSALTADOS PELOS MENORES.
Já a estrutura do tal terminal está velho, caindo os pedaços, banheiros sem nenhuma igiene, o entra e sae de turistas e seus familiares e pessoas estranhas curiosas em ver o entra e sae dos ônibus não é controlado por nenhum controle de acesso.
Sendo assim todo cuidado é pouco ao andar no tal terminal que os bandidos estão por perto munitorando qqquem entra e quem sae esperando a próxima vítima para atacar.
