terça-feira, 4 de janeiro de 2011

OPINIÃO DO REPÓRTER AMADOR ANÔNIMO SOBRE A FALTA DO HELICÓPTERO NA FESTA DE PAPAI NOEL







Na década de 1980 Paulo Afonso tinha uma empresa de taxi aéreo por nome de PATA TAXI AÉREO.






A referida empresa fretava voos prá qualquer evento durante 365 dias por ano.



Daí no início da década de 1990 quando o Fernado Collor de melo confiscou a economia do Brasil.



Acabou a história da empresa de taxi aéreo que existia em Paulo Afonso.






Aí sim a PATA TAXI AÉREO FALIU ENCERRANDO AS SUAS ATIVIDADES






Já que o dono da empresa que era um piloto de avião da própria cidade.



Estava endividado com a Receita Federal no pagamento de imposto, Infraero no pagamento de taxas cobrada pelo uso das intalações da referida instituição que cuida dos aeroportos, Petrobras pelo consumo do combustível utilizado pelas aeronaves da PATA.



E é claro com a folha de pagamento pós-demissão de seus ex-funcionários....






Detálhe: o nome do piloto e empresário dono da hoje já extinta PATA TAXI AÉREO [PAULO AFONSO TAXI AÉREO] ERA CMTE. VILMAR...






O então Cmte. Vilmar era também sócio de uma empresa de ônibus coletivo da cidade que foi fundada em 1971.



E agora com 40 anos de fundação a empresa de ônibus está em estado de PRÉ-FALENCIA....



Pois o dono da empresa por nome de Telmo dempendia exclusivamente do seu velho querido amigo Cmte. Vilmar que ajudava na existencia da empresa de ônibus por nome VITRAN.



E hoje a empresa Vitran só está prestes a falir porque seu maior patrocinador.....



Ele mesmo o CMTE. Vilmar FALECEU EM NOVEMBRO DE 2004 VÍTIMA DE UM ENFARTO...






Mas e então como a aviação de Paulo Afonso pode continuar participando das atividades da cidade?????



Já que a PATA TAXI AÉREO FALIU..................................






Sendo assim todos os eventos realizados na cidade de Paulo Afonso-Ba com o uso de aeronaves.



Não teria como continuar sem a adoção de uma outra empresa de aviação prá tal cidade.






Mas nenhum outro empresário quis colocar uma nova empresa de aviação prá atender as necessidades desta cidade.






Sendo assim quem passou a ajudar a população nos eventos que dependiam de aeronaves.



Foi o Serviço de aviação da Chesf.






O Serviço de aviação da Chesf não é nenhuma empresa de taxi aéreo.



Pelo contrário...... É uma frota de helicópteros de de aviões apenas prá prestar serviço as usinas hidro elétricas da Chesf.






Exemplo: Se alguma torre de transmição cair aonde a Chesf manda geração de energia elétrica.



Os helicópteros da empresa vão com os próprios operários da empresa localizar aonde a torre caiu.



Para aí sim a Chesf reerguer a torre e voltar a distribuir energia elétrica para seus consumidores.






Só que na década de 1990 até o ano de 2000 a Chesf passava a ceder seus helicópteros prá as seguintes atividades.






EXEMPLOS ABAIXO:






1-Quando a prefeitura da cidade deseja realizar algum evento do tipo ´´O PAPAI NOEL VAI DE HELICÓPTERO´´ Destribuir presentes nos bairros da cidade.






2- Alguma emissora de tv do Brasil vem visitar a cidade prá divulgar as usinas da Chesf, ou eventos como a Copa de velas [Carnaval fora de época que atrai milhares de turistas prá tal cidade]....






Aí sim a Chesf sempre ajudou nestes eventos.



Já que Paulo Afonso-Ba não dispõe de nenhuma empresa de taxi aéreo prá oferecer os seus serviçoes nestes casos.









Então aqui vai um exemplo claro da falta que faz uma empresa de taxi aéreo nesta cidade.






No ano de 2000 a TV Bandeirantes de São Paulo-Sp.



Chegou em Paulo Afonso-Ba prá filmar as cachoeiras de Paulo Afonso.






Só que na hora de fretar o helicóptero da Chesf prá poder filmar a cidade e divulgar o turismo da cidade.



Não havia nenhum helicóptero disponível naquele momento.



Pois dos 3 helicópteros que existiam naquele ano na aviação da Chesf.






2 Estavam viajando a serviço da própria empresa.



E o único helicóptero que havia disponível no aeroporto.



ESTAVA QUEBRADO ESPERANDO NOVAS PEÇAS CHEGAR DA FÁBRICA PRÁ PODER SER CONSERTADO.



E poder voltar a voar.






E assim os repórteres da TVBandeirantes prá não perder a viagem.



Simplismente alugaram um ULTRALEVE PARTICULAR QUE ESTAVA NA CIDADE NAQUELE DIA.



E assim o piloto do ultraleve aceitou voar com a equipe da TV Bandeirantes prá filmar as cachoeiras de Paulo Afonso...






CÁ PRÁ NÓS....






JÁ ESTÁ MAIS QUE NA HORA DE ALGUM EMPRESÁRIO OLHAR PRÁ PAULO AFONSO E TRAZER MAIS UMA EMPRESA DE TAXI AÉREO PRÁ NOSSA QUERIDA PAULO AFONSO...






Eu não vou aceitar ver os repórteres querer mostrar nossa cidade prá atrair turistas prá cá.



Se aqui não existe nenhuma empresa de taxi aéreo disponível......









ACORDA PAULO AFONSO-BA






.SE O PREFEITO QUISER CONTAR COM A AJUDA DE UM HELICÓPTERO NO NATAL DE 2011






AINDA DÁ TEMPO.






BASTA CONVIDAR ALGUMA EMPRESA PRÁ SE ENSTALAR NESTA CIDADE.



E NÃO TER QUE MANDAR BUSCAR UM VOO DE OUTRA CIDADE BEM MAIS LONGE DAQUI....









OBS:VEJA NA FOTO N°1 ACIMA A ÚLTIMA PROPAGANDA DA PATA TAXI AÉREO 1 ANO ANTES DE FALIR...






JÁ NAS FOTO N° 2 E 3 ACIMA VEJA COMO É HOJE O PRÉDIO QUE UM DIA FOI SEDE DA JÁ EXTINTA PATA TAXI AÉREO.



FALTA DE HELICÓPTERO QUASE ACABA COM FESTA DE PAPAI NOEL


Foi no último dia 19 de Dezembro de 2010.

Que a prefeitura municipal de Paulo Afonso-Ba

Realizou mais uma festa com participação do PAPAI NOEL.

Esta festa acontece des de o ano 2000.

Porém veja só o que aconteceu neste evento de Natal de 2010.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------



Desrespeito e Falta de Organização no Natal do BTN


População se revolta com a falta de respeito
Atrasos e falta de respeito com o publico que compareceu na tarde de ontem 19/12 no estacionamento do CEASA (central de abastecimento de Paulo Afonso) no Bairro Tancredo Neves 03 para prestigiarem o Natal do BTN.

Desorganização falta de segurança, pontualidade, pessoas desmaiando marcaram o natal promovido pela prefeitura de Paulo Afonso para as crianças do BTN.
O evento que estava marcado para começar as 16hs com a chegada do papai Noel descendo de helicóptero deixou o publico revoltado e pessoas impacientes vaiando a quase toda hora em que o locutor do evento tentava acalmá-los.

Quando na chegada do papai Noel já passava das 17h30min numa aeronave vinda de Aracajú SE, pois a Chesf não atendeu a solicitação da prefeitura e não disponibilizou um helicóptero e o prefeito teve que locar um na capital sergipana.

Já passava das 18 hs a equipe de palco não estava com a estrutura montada para começar o evento pois os mesmos só agilizaram e rapidamente ergueram a estrutura com a chegada do prefeito Anilton Bastos que vendo todo o caos em que estava o evento deu uma verdadeira e sonora bronca nos organizadores.

Anilton Bastos saiu revoltado com a situação e não prestigiou o evento.

Enquanto isso Pais revoltados que estavam desde as 16 hs aguardando para o inicio do evento começaram a vaiarem e outros a quererem invadires o palco e muitos acabaram indo embora pois seus filhos não suportavam de sede , fome e cansaço .

Não havia guardas municipais, agentes de transito e o que se viu foi um numero muito reduzido de policias militares.

Quando a cantora Carla Perez subiu no palco já passava das 19h30min hs a cantora ainda teve que dividir o seu show com os palhaços Patati e Patatá que também não tiveram o mínimo de atenção por parte dos organizadores do evento.

Por sua vez os profissionais de imprensa que estavam ali para cobrirem o evento tiveram que auxiliar os organizadores que batiam cabeça e não resolviam nada.

O marido da cantora Carla Perez o vocalista Xandy da banda Harmonia do Samba que veio para acompanha a apresentação também saiu revoltado com a falta de organização do evento.

Em entrevista a uma emissora de rádio da cidade o Coca Tavares um dos organizadores culpou pela demora e atraso e empresa que foi contratada pela prefeitura e que seria responsável pela iluminação do show, segundo Coca a empresa não teria chegado no horário combinado a cidade fazendo que isso gerasse o atraso.

E agora como serão as comemorações de ano novo, porque natal organizado só aqui no centro? BTN merece mais respeito isso não pode acontecer com a palavra à prefeitura de Paulo Afonso, pois um pedido de desculpas seria o mínimo em relação ao desastre para o que aconteceu.
Com informações de Marcelo França [Rádio Cultura de Paulo Afonso-Ba].

----------------------------------------------------------------------------------------------

domingo, 2 de janeiro de 2011

PAULO AFONSO-BA A CIDADE QUE NÃO GERA EMPREGO PRÁ NADA DES DE 1990.




Des de o confisco da poupança no governo de Fernando Collor de Melo no início da década de 1990.


A cidade de Paulo Afonso-Ba que em 1990 tinha uma população de 170.000 habitantes.


Tinha 12.000 funcionários nas usinas da Chesf, contra 2000 funcionáros do comércio da cidade.


Porém de 1990 prá cá a população caiu para 110.000 habitantes.


E enquanto a Chesf reduziu seu quadro de funcionários de 12.000 para apenas 2000 em 1992 após Fernando Collor de Melo ser expulso pelo EMPICHTIMENT.


Assim sendo até a data desta reportagem muitos jóvens nascidos na cidade vão embora procurar emprego em vários estados do Brasil e em países como Angola onde a maioria dos jóvens paulafonsinos estão trabalhando.
Já que o comércio da cidade depende principalmente do salário dos funcionários da Chesf.
E nos últimos dias muitos comércios da cidade vem fechando as suas portas e demitindo os seus funcionários.




Veja o Resultado do descaso das autoridades desta cidade na reportagem da revista ISTO É DINHEIRO...





ECONOMIA
Nº edição: 195 11.MAI - 10:00 Atualizado em 08.03 - 16:32
CHESF, USINA DO DESCASO
A hidrelétrica que abastece o nordeste, engessada pelo plano de privatização, perde seus melhores cérebros e deixa usinas virarem sucata
Por Andrea Assef e Ciete Silvério (fotos), do Recife
Aqui começa uma história de descaso. Nos grotões do Nordeste, em plena sede da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), a maior geradora de energia do País, no Recife, uma usina apodrece a céu aberto. O cenário é de total abandono. Máquinas desmontadas enferrujam, o mato está alto e as placas com avisos de segurança estão em processo de corrosão – assim como toda a estrutura da usina térmica do Bongi. Instalada no final dos anos 80, a usina nunca viu as suas cinco turbinas funcionarem por completo. Foi construída numa região onde anteriormente era mangue. Se estivesse funcionando, iria gerar 150 megawatts, o equivalente a metade do consumo do Estado do Piauí.
Em plena escassez de energia, a situação da térmica do Bongi chega a ser um acinte e compromete o sistema do Nordeste. Lá onde Bongi enferruja, a crise energética brasileira jogou holofotes sobre outra crise, a da Companhia Hidroelétrica do São Francisco, um coração de produção hidrelétrica capaz de fornecer 10.704 megawatts para oito Estados e 40 milhões de pessoas. No embalo do programa de desestatização, a Chesf reduziu pela metade o seu quadro de pessoal na última década. Perdeu cérebros vitais no corpo de engenheiros altamente qualificados. Qualquer empresa desse setor sabe o custo que é formar mão-de-obra de ponta, com investimentos caros em treinamento. A Chesf, sob o argumento de que seria privatizada e precisava, portanto, limpar custos de pessoal para mostrar resultados mais lustrosos, fez tudo ao contrário. Afastou os mais experientes, contratou recém-formados com salários mais baixos e comprometeu o funcionamento. Equivale à atitude daquele dono de um carro amassado que para vender mais caro manda o funileiro fazer uma maquiagem com plástico na lataria. No total da operação limpeza, a Chesf reduziu seu quadro de 12 mil para 5.200 funcionários.
Os mais antigos da empresa-símbolo do Nordeste, antes tratados com reverência dentro e fora da companhia, viraram personas non gratas. Foram encurralados por medidas como o fim do adicional de periculosidade em alguns setores (que significou redução de 30% sobre o salário). O melhor para esse grupo foi entrar nos planos de demissão voluntária. Junto com eles, porém, foi embora parte do know how da empresa. “A Chesf perdeu pessoas que detinham a tecnologia de construção de usinas em rocha, uma raridade no mundo”, explica Edvaldo Gomes, presidente do Sindicato dos Urbanitários de Pernambuco. O caso do engenheiro elétrico Adelino Gentil Gusmão Bastos é ilustrativo. Considerado o maior especialista da Chesf na área de gerenciamento de medição elétrica, Bastos teve uma participação estratégica na instalação da usina de Xingó, a maior do Nordeste. Desenvolveu todo o sistema de aferição que mede o consumo de energia da usina. Ele já não estava mais quando o presidente Fernando Henrique Cardoso inaugurou a usina, em setembro de 1997. “Eles me acharam velho”, conta ele, que tinha 51 anos quando viu-se obrigado a optar pela demissão voluntária.
Além de pessoal, a Chesf teve esvaziado o seu poder de fogo como empresa que sempre esteve à frente das grandes obras da região. Engessada pelo atual modelo de privatização, a Chesf não foi capaz de acompanhar a demanda e fazer os investimentos necessários para ampliar suas linhas de transmissão. Ficou mais capenga ainda a partir de 1998, com a criação da ONS (Operadora Nacional de Sistemas), uma entidade privada encarregada de administrar a operação do sistema nacional de energia.
A ONS retirou das mãos das empresas concessionárias Chesf, Furnas e Eletronorte o controle da oferta de energia. Além disso, houve um desmembramento dessas empresas para criar a ONS. No caso do centro regional do Nordeste, técnicos e engenheiros da Chesf foram transferidos para esse novo órgão. Na opinião do ex-funcionário da Chesf, que fez parte da comissão de estudos das Minas e Energia, Fernando Ferro, a ONS é uma entidade quase virtual. “Ela se apropriou da inteligência das concessionárias e não foi capaz de executar funções como o planejamento do setor”, acusa Ferro. Segundo ele, o caos da situação energética do País revela o fracasso do modelo de reestruturação do setor. “Não existe nenhuma grande empresa hidrelétrica no mundo privatizada.” Graças a argumentos como esse, a privatização da Chesf, marcada para março de 1999, foi adiada. A bancada nordestina conseguiu maioria no Congresso e impediu a venda da concessionária. Agora há um projeto de lei que prevê a criação de um plebiscito no Nordeste para decidir a questão da Chesf. Deverá ser votado na Câmara ainda este ano.
Com um patrimônio líquido avaliado em US$ 10 bilhões e um valor de venda calculado em torno de US$ 7 bilhões, a Chesf hoje está mais estatal do que nunca. “Do ponto de vista organizacional, a empresa está pronta para ser privatizada”, garante Mozart Siqueira, presidente da Chesf. No momento, não há candidatos. Um dos principais argumentos dos defensores da não privatização da Chesf é a questão do Rio São Francisco, responsável por mais de 90% da energia gerada pelas 14 usinas da rede. O rio corta toda a região do chamado Polígono das Secas, beneficiando 446 municípios, onde vivem 14 milhões de pessoas. Em locais como a da usina de Sobradinho, que formou um dos maiores lagos artificiais do mundo, existe uma área de intensa produção de frutas, exportadas para o mundo inteiro. “Privatizar a Chesf significa privatizar o Rio São Francisco”, diz o sindicalista Edivaldo Gomes. Essa discussão ficou para depois. Depois que todos os Pedros chegarem a um acordo. São Pedro, para quem todo mundo torce que faça chover. Pedro Malan, que precisa abrir a torneira para jorrar os necessários investimentos. Pedro Parente, o príncipe das trevas que pode devolver a luz. E Pedro, imperador II, que foi o primeiro a olhar para esse rio, mapeá-lo, documentá-lo e dar a ele a base de onde nasceu a Chesf.