
Prefeito - Abel Barbosa e Silva
Mandato - 14/05/1974 - 16/10/1975
Vereador, presidente da Câmara, Prefeito
Em 14 de maio de 1974 o incansável Abel, um leão na luta pela emancipação, cujo sonho maior era assumir a Prefeitura, chegou enfim a ela. Mas não da forma como gostaria. Pela eleição direta, vitorioso nas umas, um vencedor no confronto das campanhas, dos comícios, dos palanques. Assumiu porque o Prefeito Edson deixava o cargo vago e, como não havia vice-prefeito, ele, como Presidente da Câmara, era o sucessor imediato do Prefeito.
A angústia de não saber quanto tempo teria de mandato mexia com a cabeça do chefe do Executivo e, certamente interferia nas suas ações como administrador e impedia que se elaborasse um programa de governo para ser desenvolvido a médio e longo prazos e até que se pensasse em obras mais expressivas para o município.
Depois havia aquela coisa de se pegar o bonde andando, com quadro de pessoal mais ou menos definido, projetos e obras iniciadas. Tempos difíceis de administrar. Podia-se sair a qualquer momento. Abel decidiu dar seqüência ao que havia e voltar-se para os mais humildes.
De estilo diferente do seu antecessor, misturava-se com o povão e já pela madrugada era visto pelas ruas. Arrumava uma rua aqui, fazia uma praça ali, outra mais adiante, meio amarrado em suas ações pela insegurança que a interinidade lhe dava. E foi ficando. Seis meses, um ano. Mudou o Governo da Bahia que passou a ser exercido por Roberto Santos, também nomeado pelo Governo Federal. Até que em 16 de outubro de 1975, depois de permanecer Prefeito por 1 ano e cinco meses, transmitiu o cargo ao novo Prefeito nomeado, o engenheiro chesfiano José Rodrigues de Figueiredo Barbosa.
Mandato - 14/05/1974 - 16/10/1975
Vereador, presidente da Câmara, Prefeito
Em 14 de maio de 1974 o incansável Abel, um leão na luta pela emancipação, cujo sonho maior era assumir a Prefeitura, chegou enfim a ela. Mas não da forma como gostaria. Pela eleição direta, vitorioso nas umas, um vencedor no confronto das campanhas, dos comícios, dos palanques. Assumiu porque o Prefeito Edson deixava o cargo vago e, como não havia vice-prefeito, ele, como Presidente da Câmara, era o sucessor imediato do Prefeito.
A angústia de não saber quanto tempo teria de mandato mexia com a cabeça do chefe do Executivo e, certamente interferia nas suas ações como administrador e impedia que se elaborasse um programa de governo para ser desenvolvido a médio e longo prazos e até que se pensasse em obras mais expressivas para o município.
Depois havia aquela coisa de se pegar o bonde andando, com quadro de pessoal mais ou menos definido, projetos e obras iniciadas. Tempos difíceis de administrar. Podia-se sair a qualquer momento. Abel decidiu dar seqüência ao que havia e voltar-se para os mais humildes.
De estilo diferente do seu antecessor, misturava-se com o povão e já pela madrugada era visto pelas ruas. Arrumava uma rua aqui, fazia uma praça ali, outra mais adiante, meio amarrado em suas ações pela insegurança que a interinidade lhe dava. E foi ficando. Seis meses, um ano. Mudou o Governo da Bahia que passou a ser exercido por Roberto Santos, também nomeado pelo Governo Federal. Até que em 16 de outubro de 1975, depois de permanecer Prefeito por 1 ano e cinco meses, transmitiu o cargo ao novo Prefeito nomeado, o engenheiro chesfiano José Rodrigues de Figueiredo Barbosa.
Certamente ele foi o prefeito que ajudou a todos os moradores nas referidas datas acima.
Foi ele que construiu os primeiros bairros da referida cidade.
Foi ele que construiu o primeiroi cemitério da referida cidade.
Ele nunca acumulou riquesas em sua carreira política.
Hoje ele vive na periferia da referida cidade em uma casa de tijolos, sem nenhum sofá, sem nenhum televisor, sem nenhum rádio, sem nenhuma geladeira, sem nenhum carro, sem nenhum tipo de luxo na sua vida.
Hoje ele recebe pelo INSS um único salário mínimo por mês.
Já o povo da referida cidade só prestaou as seguintes homenagens a ele.
um bairro, uma praça e algumas ruas da refeirda cidade em homenagem ao nome dele.
Já na eleição de 2004 ele tentou se eleger a vereador da referida cidade e só as família dele e ele mesmo votou nele.
Já a população mal agradecida da referida cidade ´´NINGUÉM VOTOU NELE´´.
e ELE HOJE VIVE NA MAIS ABSOLUTA POBRESA ESQUECIDO PELO POVO QUE ELE UM DIA AJUDOU.

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