
vamos nuns unir prá combater o turismo internacional.
afinal os outros países só sabem nuns receber da seguinte maneira nos portões de embarque e desembarque disendo ´´obrigado por me deixar te enganar e tomar o seu suado dinheiro seu brasileiro vagabubo, vá embora daqui, volte prá o seu maudito Brasil, e fique por lá mesmo, e não ouse a tentar visitar a minha nação´´.
Vamos incentivar o turismo aqui mesmo no nosso querido brasil que não nega a visita de nossos próprios irmãos, pelo contrário, sabe muito bem recebelos e acolhelos.
mais se você já mais visitou e não pretende visitar o exterior, então esqueça que o exterior existe.
ATENÇÃO: Veja no link abaixo a morte de um passageiro irritado com o atrázo de 10 horas do vôo que ele estava esperando para visitar a mãe dele que mora no Canadá.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM755103-7823-GLOBO+NOTICIA+PARA+O+G,00.html
| Sábado , 08 de Março de 2008 |
Sonho vira pesadelo Uma estatística feita no ano passado mostrou que de cada cinco pessoas barradas no aeroporto de Madri, duas eram brasileiras. |
Uma das repatriadas que chegaram nesta sexta-feira ao Brasil se queixou de maus tratos na Espanha.
Uma viagem planejada que virou um pesadelo. Patrícia Rangel faz parte do grupo de brasileiros que não conseguiram entrar em Madrid essa semana. Ela ia apresentar um projeto cientifico em Lisboa e faria apenas uma conexão em Madrid. De volta ao Rio de Janeiro, ainda está sem as malas e traumatizada.
“Não quero voltar a Europa nunca mais”, diz ela.
Ela conseguiu registrar o momento em que foram detidos pela polícia espanhola. As imagens foram feitas minutos antes dela chegar ao alojamento onde ficaria isolada.
“Foi um trajeto de 20 minutos e não tinha idéia de onde estava. No ônibus tinha criança de colo, idosos”, diz a estudante Patrícia Rangel.
Nesta sexta-feira durante a visita ao Rio de Janeiro, o presidente Lula disse que espera reciprocidade dos governos estrangeiros. “A única coisa que eu peço é que todos os países do mundo tratem os brasileiros nos seus países como nós tratamos eles aqui”, diz o presidente Lula.
O Itamarati não confirma que o presidente Lula tenha dado o aval para barrar os sete espanhóis no aeroporto de Salvador nessa quinta-feira.
| Sexta-Feira , 07 de Março de 2008 |
Barrados na Espanha Chegou na sexta-feira de manhã ao aeroporto internacional de São Paulo o primeiro grupo de brasileiros deportados da Espanha. São estudantes, empresários e turistas que ficaram horas trancados numa sala do aeroporto de Madri, com pouca comida e pouca água. Para a maioria, o grupo foi barrado por preconceito. O avião que trouxe os brasileiros chegou às 7h15 da manhã, mas os passageiros só desembarcaram depois das 9h. Antes, eles tiveram que assinar um documento da polícia federal para pegar os passaportes de volta. O vendedor Valter Vaz Lawers queria conhecer Europa, e ficou assustado com a recepção. “Estou me sentindo como se fosse um cachorro, a gente não tem respeito lá fora do país”, contou. No grupo de 15 passageiros, havia pessoas de Brasília, Manaus, Cuiabá, Vitória e Goiânia. “Disseram que eu não podia entrar por falta de documento, somente isso. Mas eu estava com todos os documentos em mãos”, relatou o estudante Patrick Blair. Todos os deportados reclamaram de preconceito. “Eles viram que no grupo tinha muita mulher, e acharam ‘deve ser prostituição’”, contou Patrick. A cabeleireira Lucimeire Rocha também foi barrada. “Primeiro, eles disseram que eu não tinha reserva em hotel. Eu mostrei a reserva e o seguro de viagem que eu tinha feito e eles não aceitaram, mesmo assim”, ela disse. Vários desses brasileiros iam a Europa pela primeira vez, mas os planos de participar de congressos, visitar parentes ou conhecer outros países deram lugar a uma experiência que todos querem esquecer: foram 17 horas trancados em uma sala do aeroporto de Madri, sem saber o que estava acontecendo. “Ficamos sem comer, sem beber, nada. Todos de pé lá numa sala”, lembra o promotor Marcos Vinícius dos Santos. Ele, que faria conexão em Madri para ir a Paris, disse que tinha dinheiro suficiente – 700 euros – para se manter lá durante uma semana. “Tive que mostrar cartão de crédito e quanto dinheiro em espécie tinha. Quem tinha dinheiro demais não ficou, quem tinha dinheiro de menos também não ficou, não tinha explicação”. Marcos contou que ouviu ofensas dos espanhóis. “Eles disseram: ‘Volta pro seu país de m..., nós não queremos brasileiros aqui’”. Abalados e humilhados, alguns dos brasileiros pedem uma ação firme do governo brasileiro. “O que eu tenho a dizer para os colegas que têm a intenção de ir à Espanha é: não vá. Vamos esperar o Itamaraty ou outras autoridades tomarem alguma decisão”, aconselha o empresário Luciano de Oliveira, também deportado. O estudante Patrick Blair desabafou: “Estou feliz por estar aqui, mas estou péssimo. Para a Espanha, não pretendo voltar tão cedo”. O embaixador espanhol diz que os brasileiros foram barrados porque não cumpriram a legislação européia. |
| Quinta-Feira , 06 de Março de 2008 |
Brasileiros em Madri Pedro Luiz (foto), de 25 anos, viajou para apresentar um trabalho de mestrado em ciência política num congresso em Lisboa. Ele representa o Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro. Só que a viagem foi interrompida numa conexão, em Madri, na Espanha. O estudante embarcou no vôo de uma companhia espanhola no aeroporto internacional do Rio na terça-feira à noite. Ao passar pela imigração no aeroporto em Madri, ele e outros passageiros foram detidos e encaminhados para uma sala onde ficaram isolados. Os pais de Pedro Luiz dizem que, quando o filho conseguiu dar notícias, já estava retido há seis horas sem comida nem bebida. “Os policiais todos estavam com cães, e meu filho disse: ‘Nós estamos sendo tratados como cachorros’; ele contou que o policial respondeu ‘Vocês são cachorros”, relata o pai, o professor Luís Carlos Lima. O argumento da imigração, segundo o estudante, é de que eles precisariam ter 60 euros por dia para ficar no país, mas Pedro Luiz disse que tinha 1.000 euros, libras e um cartão de crédito internacional. Nesta quinta, os pais tentaram falar com Pedro Luiz novamente, mas foram informados de que ele estava sendo entrevistado. A mãe da estudante Patrícia Rangel, que mora em Juiz de Fora, vive situação semelhante. A filha foi participar do mesmo congresso e, por telefone, contou à mãe que até o antibiótico que estava na bolsa foi confiscado pela imigração. “Ela estava muito abalada, chorando muito. Ela falou que estava se sentindo humilhada, e a única explicação que ela tinha para o fato era ser brasileira”, contou a professora Jucineide Duarte. No fim do mês passado, uma estudante paulistana também ficou três dias detida numa sala do aeroporto de Madri. Patrícia Magalhães ía fazer uma palestra em um congresso científico, mas foi mandada de volta ao Brasil sem explicações. Segundo o ministério das Relações Exteriores, só em 2007, a imigração espanhola rejeitou e mandou de volta três mil brasileiros. O governo brasileiro cobrou do embaixador espanhol em Brasília uma posição sobre o caso, que foi discutido numa reunião no Itamaraty. O secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, manifestou o desagrado do governo brasileiro ao embaixador da Espanha em Brasília, Ricardo Peidró, e disse que o país pode adotar o mesmo tratamento em relação aos espanhóis que chegarem ao Brasil. |
| Sábado , 08 de Março de 2008 |
Sonho vira pesadelo Uma estatística feita no ano passado mostrou que de cada cinco pessoas barradas no aeroporto de Madri, duas eram brasileiras. Uma das repatriadas que chegaram nesta sexta-feira ao Brasil se queixou de maus tratos na Espanha. Uma viagem planejada que virou um pesadelo. Patrícia Rangel faz parte do grupo de brasileiros que não conseguiram entrar em Madrid essa semana. Ela ia apresentar um projeto cientifico em Lisboa e faria apenas uma conexão em Madrid. De volta ao Rio de Janeiro, ainda está sem as malas e traumatizada. “Não quero voltar a Europa nunca mais”, diz ela. Ela conseguiu registrar o momento em que foram detidos pela polícia espanhola. As imagens foram feitas minutos antes dela chegar ao alojamento onde ficaria isolada. “Foi um trajeto de 20 minutos e não tinha idéia de onde estava. No ônibus tinha criança de colo, idosos”, diz a estudante Patrícia Rangel. Nesta sexta-feira durante a visita ao Rio de Janeiro, o presidente Lula disse que espera reciprocidade dos governos estrangeiros. “A única coisa que eu peço é que todos os países do mundo tratem os brasileiros nos seus países como nós tratamos eles aqui”, diz o presidente Lula. O Itamarati não confirma que o presidente Lula tenha dado o aval para barrar os sete espanhóis no aeroporto de Salvador nessa quinta-feira. |
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A Espanha exportou gente para o mundo inteiro, mas agora não sabe como lidar com milhões de imigrantes em busca da prosperidade econômica do país.
Os imigrantes se transformaram em um dos temas centrais das eleições parlamentares de domingo. A reportagem é dos enviados especiais a Madri, Marcos Losekann e Sérgio Gilz.
Não é a toa que a Espanha ficou atrativa. Desde o começo dos anos 90 a economia da Espanha cresceu sem parar e o número de empregos criados foi o maior da zona do euro.
Tanta prosperidade atraiu cinco milhões de imigrantes na última década, vindos principalmente do norte da África e da América Latina. Os estrangeiros foram absorvidos sem problemas durante os anos de forte crescimento econômico, mas agora esse ritmo está desacelerando e o desemprego explodiu nos dois últimos meses. A sorte dos imigrantes mudou. Pela primeira vez, a imigração virou um dos temas principais das eleições espanholas.
O candidato conservador, Mariano Rajoy relaciona os estrangeiros com violência e desemprego e fez propostas duras como a criação de um contrato para imigrantes, em que teriam que se comprometer a respeitar os costumes espanhóis e a pagar impostos.
O primeiro-ministro José Luís Zapatero, que tenta se reeleger, chamou as propostas do rival de xenófobas, mas também não quer parecer ter mão frouxa diante de um assunto crucial nessas eleições, por isso tem insistido na importância do combate à imigração ilegal.
A maioria dos estrangeiros reclama que ficou mais difícil, pra não dizer impossível, renovar o visto de trabalho na Espanha. O desemprego em alta e o governo sob pressão para apertar o cerco fazem o sonho de muitos virar pesadelo.
Um taxista peruano foi para a Espanha há 18 anos e acha que os bons tempos na Espanha já passaram. “Este país decidiu combater os ilegais porque na situação atual não pode abrigar todo mundo”, diz ele.
A marroquina diz que pra quem tem alguma especialidade e se faz necessário no mercado, sempre há oportunidade, mas emprego fácil não existe mais. “Para quem tem dificuldade pra se entender com o idioma, com a cultura. Aí fica mais difícil ainda”, ela diz.
O problema, para os espanhóis, é conviver com a concorrência. Se temos desemprego, diz um rapaz, é evidente que não temos mais espaço pra tantos estrangeiros.
Não é por acaso que esse assunto virou um dos principais temas das eleições deste ano.
Sexta-feira, 07/03/2008
Neste domingo, os espanhóis irão às urnas para escolher um novo parlamento. E durante toda a campanha, a imigração foi um dos temas mais abordados pelos dois principais candidatos a primeiro-ministro
Domingo, 09/03/2008
Apesar da vitória, Zapatero vai ter que buscar aliança com legendas menores porque não conseguiu a maioria absoluta para aprovar as leis nos próximos quatro anos de mandato.
Brasileiros são detidos no Aeroporto de Madri
Quinta-feira, 06/03/2008
Ao todo, 30 pessoas foram impedidas de entrar na Espanha. Há a informação de que o grupo foi mal tratado pelos agentes da imigração. Alguns deles faziam apenas uma escala, com destino a Lisboa
´´A VINGANÇA QUE ELES MERECEM SENTIR NA PELE PARA APRENDER A RESPEITAR O POVO BRASILEIRO´´.
OBS: TEMA DO REPORTER AMADOR ANÔNIMO.
Espanhóis são proibidos de entrar no Brasil
Sexta-feira, 07/03/2008
Menos de 24 horas após 30 brasileiros serem detidos no Aeroporto de Madri, um grupo de sete espanhóis não passou do serviço de imigração do Aeroporto de Salvador
| Sexta-feira, 07 de Março de 2008 |
Preocupação para espanhóis A Espanha exportou gente para o mundo inteiro, mas agora não sabe como lidar com milhões de imigrantes em busca da prosperidade econômica do país. Os imigrantes se transformaram em um dos temas centrais das eleições parlamentares de domingo. A reportagem é dos enviados especiais a Madri, Marcos Losekann e Sérgio Gilz. Não é a toa que a Espanha ficou atrativa. Desde o começo dos anos 90 a economia da Espanha cresceu sem parar e o número de empregos criados foi o maior da zona do euro. Tanta prosperidade atraiu cinco milhões de imigrantes na última década, vindos principalmente do norte da África e da América Latina. Os estrangeiros foram absorvidos sem problemas durante os anos de forte crescimento econômico, mas agora esse ritmo está desacelerando e o desemprego explodiu nos dois últimos meses. A sorte dos imigrantes mudou. Pela primeira vez, a imigração virou um dos temas principais das eleições espanholas. O candidato conservador, Mariano Rajoy relaciona os estrangeiros com violência e desemprego e fez propostas duras como a criação de um contrato para imigrantes, em que teriam que se comprometer a respeitar os costumes espanhóis e a pagar impostos. O primeiro-ministro José Luís Zapatero, que tenta se reeleger, chamou as propostas do rival de xenófobas, mas também não quer parecer ter mão frouxa diante de um assunto crucial nessas eleições, por isso tem insistido na importância do combate à imigração ilegal. A maioria dos estrangeiros reclama que ficou mais difícil, pra não dizer impossível, renovar o visto de trabalho na Espanha. O desemprego em alta e o governo sob pressão para apertar o cerco fazem o sonho de muitos virar pesadelo. Um taxista peruano foi para a Espanha há 18 anos e acha que os bons tempos na Espanha já passaram. “Este país decidiu combater os ilegais porque na situação atual não pode abrigar todo mundo”, diz ele. A marroquina diz que pra quem tem alguma especialidade e se faz necessário no mercado, sempre há oportunidade, mas emprego fácil não existe mais. “Para quem tem dificuldade pra se entender com o idioma, com a cultura. Aí fica mais difícil ainda”, ela diz. O problema, para os espanhóis, é conviver com a concorrência. Se temos desemprego, diz um rapaz, é evidente que não temos mais espaço pra tantos estrangeiros. Não é por acaso que esse assunto virou um dos principais temas das eleições deste ano. |
| Quinta-feira, 06 de Março de 2008 |
Barrados na Espanha O caso dos 30 brasileiros barrados no aeroporto de Madrid dominou o noticiário nesta quinta-feira. Ficou evidente que alguns foram vítimas de puro preconceito. Assista alguns depoimentos. O governo brasileiro pediu explicações ao embaixador da Espanha e cogita dificultar a entrada de espanhóis no Brasil. O Jornal da Globo ouviu a história de três brasileiros que foram barrados ao tentar entrar na Espanha. Acompanhe no vídeo estes relatos de maus tratos e comportamento arbitrário por parte das autoridades espanholas. A Polícia Federal mandou de volta oito espanhóis que tentavam desembarcar nesta noite de quinta-feira, no Aeroporto Internacional de Salvador. Segundo os policiais, alguns dos espanhóis não estavam com a documentação em ordem, outros não declararam o dinheiro que traziam. |
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM799440-7823-N-BARRADOS+NA+ESPANHA,00.html

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